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segunda-feira, 8 de março de 2010

Chapada dos Veadeiros (terça – 13.10)

A volta para casa foi tranqüila.
Eu e Elvis acordamos, nos arrumamos, tomamos café e esperamos o ônibus passar pelo vilarejo em direção a Alto Paraíso, onde o Elvis desceu e continuou com seu mochilão.
Cheguei em casa, são e salvo, com a sensação de ter feito a melhor escolha possível no sábado de manhã!

Dicas:
Ônibus São Jorge – Brasília: desculpem-me, mas eu não lembro exatamente que hora ele parte da cidade. Contudo, basta você perguntar para qualquer um do comércio que eles te informam o horário e o ponto onde o ônibus pára. O preço é o mesmo, porém se você for descer antes, como o Elvis, obviamente o preço é menor.

Chapada dos Veadeiros (segunda – 12.10)

Este foi o dia que o grupo se dividiu. Somente eu e o Elvis ficaríamos mais um dia e noite na Chapada. Por isso, resolvemos que visitaríamos o Parque Nacional Chapada dos Veadeiros. Enquanto isso, o pessoal iria visitar outra cachoeira e, de lá, já ir embora. Depois do café da manhã e das despedidas, fomos para o Parque.
É possível ir a pé até a entrada do Parque Nacional, que possui duas trilhas – a dos Cânions e a dos Saltos. Escolhemos a primeira, apesar de, por ser período de cheia, um dos cânions não poder ser visitado por causa do perigo da correnteza e da quantidade de água. Esperamos alguns minutos até outros dois caras chegarem e, assim, dividirmos um guia – mais barato.
Nosso guia se chamava Zico. Começou explicando um pouco do lugar e falou a seguinte frase: ”Daqui não se tira a não ser fotos. Não se deixa a não ser pegadas. Não se leva a não ser lembranças” – amei!
A trilha começou. Conhecemos um buraco profundo de onde pedras valiosas eram extraídas muitos anos atrás, antes do parque ser protegido. E, na primeira hora de caminhada, tivemos duas surpresas: uma cobra-sem-cabeça e uma cobra-cipó no nosso caminho. Ainda bem que o guia – lembrando que é obrigatório! –, com o olhar treinado, avistou antes de todos e nos alertou. Para animar mais ainda, ele relatou a história de que há onças na região e, por isso, não pode demorar demais para voltar à sede, como uma vez aconteceu com um grupo guiado por ele – segundo seu relato, ele desconfiava no caminho de volta que havia uma onça por perto, mas para não amedrontar a todos, somente mandou andarem mais rápido e ficou por último na fila. Medo! Não vimos nenhuma – graças a Deus!
Durante o passeio conhecemos dois cânions – só conhecemos o Cânion II – e a cachoeira das Carioquinhas. Para chegar nesta última, era preciso descer um barranco muito íngreme e, para completar, nesta hora, o tempo tinha começado a fechar e a chuviscar, porém parou pouco depois. Resumindo: vale muitíssimo o passeio, são muito legais e lindos os lugares! Nas Carioquinhas não é possível chegar aonde a água cai mesmo, pois é muito forte e a correnteza é um pouquinho perigosa, mas há salva-vidas no lugar.
Elvis e eu tiramos várias fotos em umas pedras enormes que tem pelo lugar. Em um momento, ele resolveu que iria tirar foto do outro lado do rio, e foi atrás de uma passagem pelas pedras para o outro lado. Nesta hora, o guia estava com os outros rapazes em outra parte do rio, onde se refrescavam. Essa criatura, louca, me resolve ir lá do outro lado, me some de vista, enrola horrores... O guia até apareceu para chamar a gente e eu: “Ele está logo ali, já voltamos!”. Nem tinha como gritar pelo Elvis, até porque aí é que o guia ia achar que estávamos em perigo mesmo. Eu, preocupadíssimo, comecei a ir atrás dele. Depois de pelo menos uns 15 minutos ela volta, dizendo que foi tentar atravessar o rio lá em cima, mas a correnteza estava forte e resolveu voltar.
A volta foi bem cansativa, ainda mais que no dia anterior tínhamos andado mais de 15km. Contudo, como chegamos cedo ao camping, somente almoçamos e resolvemos conhecer outra atração da Chapada – o Raizama. E lá fomos nós andar muito mais... Agora eu estava de chinelo, porque não estava agüentando meu pé.
Andamos razoavelmente e chegamos ao local que, muitas vezes, faz shows – como no dia que chegamos, mas resolvemos não ir. Já era umas 16h e o local fechava às 18h. A trilha é meio circular, você sai da entrada pela direita e chega pela esquerda.
No caminho, encontramos umas quedinhas d’água e, a principal atração, um cânion enorme, que vamos andando pela sua beirada, do alto, em boa parte do caminho. O local é cheio de pedras enormes também.
Ao tirar fotos em uma parte do rio, que desemboca no cânion, eu resolvi subir em uma pedra no meio do riozinho. O Elvis “tirou a foto”. Na volta, eu me desequilibrei e meu chinelo simplesmente resolveu ir embora, rio abaixo! Por um segundo pensei em sair desabalado atrás dele, mas seria perigoso. Meio rindo, meio puto da vida, voltei para o chão firme. E agora? Vou ter que fazer o resto da trilha com um pé descalço (meu pé só é acostumado a sentir a cerâmica da minha casa e a palmilha do meu tênis)? E, quando terminar a trilha, vou ter que voltar para o camping pelo cascalho (tudo devia dar uns 3km)?
...
Em casa, vendo meus arquivos da câmera, descobri que o Elvis ACHOU que tirou a foto, de fato, ele filmou. Na filmagem, mostra ele “terminando de tirar a foto”, e a câmera fica do lado do seu corpo, filmando mais o chão. Dá para ver o momento que eu tropeço e meu chinelo vai embora. Hilário!
...
Acabei amarrando uma sacola de plástico no meu pé descalço e fomos seguir a trilha. Detalhe: já estava escurecendo e, por causa dessa fatalidade, o ritmo do passo seria mais lento. O próximo obstáculo era subir um lugar íngreme, do lado de um barranco ENORME – só para ter uma idéia, você tinha que subir com a ajuda das mãos, para não correr o risco de desequilibrar. Eu, muito estressado, não estava nem aí, e subi rapidinho, sem nem olhar para o lado. O Elvis demorou, ficou morrendo de medo na subida. Quando chegamos à entrada do Raizama, meu pé estava inteiro, só estávamos nós de visitantes no lugar, e, em poucos minutos, virou noite.
Para nossa sorte – bem mais minha! – o pessoal que trabalhava lá iria voltar para São Jorge e nós poderíamos pegar uma carona na caçamba da caminhonete. Foi minha salvação! Além de andar de carona, curtindo um ventinho, salvando meu pé de machucados e bolhas, descemos praticamente na frente do camping. Ainda bem que perdi o chinelo! Não agüentava mais andar.
A última providência antes de dormir, e depois de tomar banho e comer, claro, foi sentar com o Elvis e discutir o roteiro dele em relação ao resto do mochilão.

Informações:
Guia para uma das trilhas do Parque Nacional: R$15 por pessoa (grupo de 4 pessoas).

Chapada dos Veadeiros (domingo – 11.10)

6h da manhã estávamos todos levantando. Não dormi nada na primeira noite – não sou acostumado a dormir no chão, sem travesseiro –, foi um martírio, ainda mais porque havia os roncos, música até tarde da noite (mas isso também só foi esse dia, não parece ser uma constante no camping!).
Plano do dia: fazer a Trilha do Segredo. Depois do café, lá fomos todos nós. É bom avisar, para quem não sabe, que ir para a Chapada dos Veadeiros sem carro complica chegar em vários lugares de visitação. O Parque Nacional em si é bem tranqüilo de se chegar, mas muitas outras cachoeiras, termas e, inclusive, o Vale da Lua, somente se vai de carro ou com guias motorizados – aí lá vai mais grana! Mas impossível também não chega a ser.
Depois de comer muita poeira, chegamos à entrada da propriedade onde se encontra a cachoeira do Segredo. Por sinal, esse lugar é realmente encantado e bem guardado. Como o Elvis dizia: “o pote de ouro no fim do arco-íris”. São 8km de trilha moderadamente difícil, e aproximadamente 14 vezes que se atravessa (o mesmo) rio somente para chegar lá, ou seja, 16km no total e quase escorregar pelas pedras do rio umas 30 vezes.
Um homem e seu filhinho (que até tirou uma foto nossa) nos receberam super simpáticos e deram algumas explicações sobre como chegar no Segredo. E a trilha começou...

O lugar é fantástico, muito lindo. Com o tempo bom, tudo ficava mais perfeito ainda. A vegetação, os animais (inclusive uns insetos bem estranhos), o rio, o céu... tudo estava espetacular.
Na maior parte da trilha não encontramos outras pessoas, e quase todo o caminho é bem claro, não tem erro. Somente em uma parte da trilha, quando fomos atravessar uma parte do rio, não vimos a continuação do outro lado – troncos de madeira formavam uma escadinha, e achamos que fossem apenas troncos caídos –, então, resolvemos seguir rio acima, pela água mesmo. Passamos por umas partes bem complicadas e percebemos que realmente esse não era o caminho, mas não compensava mais voltar. Acabamos chegando a uma espécie de “poço” formado pela água do rio e, do lado, a trilha verdadeira. Enquanto nos refrescávamos, um grupo passou e descobrimos qual era o verdadeiro caminho.

O que posso acrescentar do trajeto é que realmente em algumas partes as pedras ficam muito escorregadias e, em algumas delas, você pode acabar encontrando algumas aranhas. Boa parte da trilha é sombra, por causa das árvores, mas uma considerável parte é debaixo do sol forte – proteção é indispensável! E, acima de tudo, é preciso gostar de andar, e MUITO.
Depois de andar umas três horas, nós finalmente chegamos à Cachoeira do Segredo – e que segredo! Conheço poucas cachoeiras, então posso dizer que é a mais bonita que eu já vi.
Todo mundo tirou várias fotos e ficamos admirando a beleza da água caindo 70 metros. Claro que entramos na água – gelada – e fomos até as pedras, para sentir a força da água caindo nas nossas costas. Quem não sabe nadar não vai poder aproveitar muito, porque o lugar é realmente fundo – uma alternativa é levar um colete salva-vidas, como outro grupo fez e pegamos emprestado para a Manu e Elvis.
Poucas horas depois, o tempo ameaçou fechar e a questão das “trombas d’água” foi uma pequena preocupação – já que não sabíamos se rio acima realmente havia chovido. Inclusive um guia que estava com outro grupo pediu para juntarmos nossas coisas para facilitar na hora de uma possível fuga. Obviamente não aconteceu nada e, se o perigo fosse realmente iminente, esse mesmo guia ia mandar todos nós nos retirarmos do lugar.
A volta teve mais ou menos a mesma duração da ida, só que agora todos mais tranqüilos, relaxados – como toda “volta pra casa”. No meio da trilha, nosso grupo se dividiu em três, já que alguns preferiram ficar pelo meio do caminho e tomar mais um mergulho no rio.
Eu e Manu fomos os primeiros a chegar à casa do proprietário do terreno – isso depois de passarmos morrendo de medo pelo pasto, onde havia um boi chifrudo com cara de mau. Parece que quando o Thyago estava chegando com o restante do grupo foi “brincar” com um e saiu rapidinho depois.
Contudo, enquanto esperávamos o pessoal, eu e Manu ficamos reparando na fazenda. Em um mesmo espaço havia cachorro, gato, galinha e pintinhos, porco, cavalo, papagaio, pássaros, além das vacas e bois. Acho que tinha até coelho. O “loro” não quis dar muita bola para mim, mas a Manu conseguiu se aproximar dele.
Além disso, meu tênis abriu e teve que ir para o lixo quando cheguei em casa. Meu pé ficou como de morto, branquíssimo e enrugado, do tanto que atravessamos águas e mais águas. Tirando o cansaço e a dor de tanto andar.
Um dos problemas da trilha é: ao atravessar as várias partes do rio, você acaba pegando carrapatos! Algumas pessoas descobriram isso no meio da trilha e eu, na rápida procura no local, não achei nenhum. Ao voltar para o camping, no banho, encontrei uns quatro na minha perna. E, assumo, quando eu cheguei em casa (um dia e meio depois) ainda cheguei a achar mais uns dois. Aonde eles se alojaram, eu fiquei coçando por umas duas semanas e as cicatrizes devem ter durado um mês. Mas ok, ossos “da trilha”.
De volta ao camping, depois de tomar banho, tirei um cochilo enquanto o pessoal também se arrumava, descansava e conversava. Quando a comida ficou pronta foram me chamar. Quem preparou o macarrão foi o Fernando. MEU DEUS! Foi o melhor macarrão que comi em toda minha vida! Todos elogiaram muito, mas como não deu para todo mundo, acabamos indo na cidade comer mais um pouco – no meu caso, crepe.
Na volta, fui dormir, mas muitos do grupo ficaram até altas horas conversando ao redor da fogueira – já que era o último dia de todos, menos eu e Elvis, que resolvemos ficar um dia a mais na Chapada.

Informações/Dicas:
Trilha do Segredo: R$10 por pessoa e mais R$5 por carro.
Crepe: R$13 o “Vitória” (frango, milho verde, azeitona, tomate) – não gostei muito não.
Café da manhã: tudo (pão, presunto, queijo, leite) é um pouquinho mais caro na cidade.

Chapada dos Veadeiros (sábado – 10.10)

Sábado de manhã, ainda na cama, pensei no que EU poderia fazer para conseguir essa grana – ter essa mudança de visão, trazer a responsabilidade também para mim, era o que faltava para eu ter uma luz. Levantei correndo, passei no banco e saquei um limite de crédito que tinha usado uma vez sem querer, e voltei para casa. Tive que me arrumar e preparar minha mochila em apenas 1 hora. Cheguei à rodoviária de Brasília faltando 20 minutos para o ônibus sair para São Jorge.
Já na Rodoviária do Plano as preocupações eram outras. Primeiro não tinha passagem, mas sempre dá-se um jeito, e eu iria até em pé, se fosse o caso. Apesar de o ônibus lotar, eu fui sentado durante toda a viagem, e em Brasilinha apareceu um ônibus extra. Detalhe: fico impressionado com o tanto que certas pessoas são folgadas – uma senhora parou o ônibus para comprar laranja na beira da estrada! Haja paciência!
Outra preocupação era onde estariam Elvis e Lis. Eles não chegaram a tempo do ônibus partir. O Elvis não tinha me ligado no dia seguinte, então não eu não sabia nem onde, nem quando ele chegaria. As opções eram: ou ele simplesmente não chegou a tempo; ou recebeu a oferta de ir de carro (como vi acontecer com outros dois mochileiros), dividindo a gasolina, antes de eu chegar; ou sei lá!
Além disso, o Thyago falou comigo que era bom levar comida para fazer no camping e que tinha combinado de se encontrar com o Elvis no camping “Ta”... Eu não entendi o nome do lugar, só sabia que começava com “Ta”... Fui a viagem toda esperando que em São Jorge não tivesse muitos campings começando com “Ta”...
Chegando à pequena vila, olhando a paisagem e o chão de terra à frente pela janela do ônibus, vejo ninguém menos que Elvis e Thyago dentro de um carro sendo ultrapassado pelo meu ônibus. Automaticamente abri o vidro e comecei a acenar que nem um louco. Vim descobrir que só pensaram de relance que poderia ser o Eber, mas enfim... O Elvis e a Lis resolveram pegar carona de Brasília até São Jorge, e chegaram antes de mim. Eles estavam voltando do Vale da Lua (que, como todo mundo já tinha conhecido antes da minha chegada, fiquei sem ir!).
Ao descer do ônibus, já fui abordado por uma garota do camping Taiuá... Era esse mesmo!


Confirmei se tinha algum Thyago ou Manuela por lá e fui. O lugar é muito zen, bem melhor do que as fotos do site mostram, com muitas camas e mesinhas debaixo das árvores, fogão à lenha, utensílios de cozinha, microondas, geladeira, chuveiro quente... um luxo só por muito pouco! Somente não se incomode de fumar muita maconha por tabela!
De cara vi uma galera numa mesa – vim a descobrir ser os amigos do Thyago – e encontrei a “cabeça” Manu. Saudades enormes dessa figura amada!
Assim que todos chegaram fomos às Termas, tomar banho em três piscinas naturais, com água quente jorrando da nascente, no meio do mato, tudo praticamente breu, com um céu completamente estrelado acima, e uns sapos ao redor... Conversar. Conhecer a galera. Falar de viagens e planejar o dia seguinte.
Por fim, voltamos ao vilarejo e fomos jantar em um ótimo restaurante, da tia Valdete, porém pouco freqüentado, apesar do delicioso e farto PF. Virou parada certa nos três dias de estadia.

Informações/Dicas:
Ônibus Brasília - São Jorge: R$36 (empresa Santo Antônio). Saída todos os dias, apenas às 11h.
Camping Taiuá: R$15 a diária (R$13 para grandes grupos)
Termas: R$5. O local iria ser fechado na semana seguinte porque não renovou a autorização.
Restaurante Sabor do Cerrado: R$8 o PF. No caminho para o Parque Nacional da Chapada.

Chapada dos Veadeiros – Viajantes do Cerrado

Desde que meu amigo mochileiro Elvis veio pela primeira vez à Brasília (ver relatos abaixo), nós dois e o Thyago conversamos sobre um novo orkontro/mochilão. Dois meses e meio depois do primeiro encontro, com muitas tarefas do dia-a-dia, acabei não pensando muito nisso. Por outro lado, os outros dois estavam combinando e pesquisando tudo para um passeio pela Chapada dos Veadeiros – GO.
Elvis sairia de mochilão pelo Centro-Oeste e Nordeste do país, e queria que sua primeira parada fosse nesse Parque Nacional. Em um primeiro momento, minhas condições financeiras não pareciam favoráveis, então nem me animei. Porém, conforme o dia foi se aproximando, eu me animei bastante e decidi ir, mesmo que me custasse outras coisas.
Minha mãe me deve uma grana e eu pedi que ela conseguisse o dinheiro para eu viajar. Resultado: sexta à noite, véspera de viagem, ela não tinha conseguido. Além de tudo, tinha sido um dia muito estressante no trabalho, então desisti de tudo, claro, com muita raiva.
Thyago já tinha ido de carro para a Chapada na sexta de manhã, com a Manu de SP, também da comunidade e minha companheira no meu primeiro mochilão, e outros amigos não-mochileiros, mas aventureiros (Suzi, Caio, Fernando, Luiz e Janaína).
Eber viria com Elvis e Lis de SP, porém perdeu o ônibus por 10 minutos. O problema foi o terrível trânsito de São Paulo, que o fez demorar mais de 3 horas para chegar à rodoviária do Tietê. Novamente não foi dessa vez que ele veio para o Planalto Central.
Sobre Elvis e Lis, eu praticamente não tinha informações sobre eles, somente sabia que eles estavam a caminho.
Todo mundo indo para a Chapada e eu, em casa, sem saber o que fazer no feriadão.